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O GoFaster é uma aplicação que opera através de vários programas que, ciclicamente, comprovam e controlam o consumo interactivo, proporcionando a possibilidade de superar o nível interactivo estabelecido pelo fabricante, permitindo que a máquina onde está instalado chegue ao CPW TOTAL. Pode pôr-se em execução através da opção 10 do menu FASTER ou então executando o trabalho interactivo com o comando CALL GOFASTERP4. O GoFaster gere-se por 3 menus: Menu FASTER Menu CHAVES Menu UTILIDADES Menu Faster O Menu FASTER é composto por 5 partes com objectivos específicos e que se complementam: 1. Gestão GoFaster. Inclui as funções que controlam o GoFaster. 2. Prova de Funcionamento. Contem as opções que ajudam a provar o funcionamento do GoFaster e as suas repercussões no rendimento da máquina. Também oferece dados da configuração do programa GoFaster e do ambiente técnico do AS400. 3. Gestão WRKSYSAC2 Inclui as funções que controlam o WRKSYSAC2, o que proporciona informação útil para conhecer os consumos interactivos e batch que se registam continuamente. 4. Gestão HELP DESK. Inclui as funções que controlam o HELP DESK; este permite visualizar qualquer ecrã que esteja ligado e ainda permite intervir nesse mesmo ecrã como se este fosse o utilizador final. 5. Gestão de registos. Inclui o comando RDR para recuperar registos apagados. 6. Vários – Contem a passagem para o Menu Utilidades para o Menu Chaves e para a finalização da sessão.
1. Gestão do GoFaster Este item contem as opções para poder trabalhar com o programa GoFaster. Opção 10 – Iniciar GoFaster, serve para activar o programa GoFaster, pelo que, o limite estabelecido para o consumo interactivo será imediatamente anulado. Opção 11 - Finalizar GoFaster, serve para desactivar o programa GoFaster, assim o limite para o consumo interactivo será imediatamente restabelecido. 2. Prova de Funcionamiento Este item contem várias opções que servem para provar que o GoFaster está a funcionar e para ver os resultados da sua acção. Dependendo do modelo de AS400 e da versão de OS400, que este tenha, o controlo do consumo interactivo, por parte do fabricante, realiza-se de formas diferentes, ainda que, quase sempre, estas se resumam a duas coisas: disparar o sobre consumo com a função CFINT ou estabelecer uma barreira que impeça que a soma de todos os trabalhos interactivos ultrapasse um certo limite. O caso mais generalizado é o da utilização do CFINT; este para além de conseguir que o consumo interactivo não possa aumentar ainda actua em forma de ‘loop’ absorvendo quase todos os recursos do CPU. A opção 30, - Consumir CPU (INTER), lança um trabalho interactivo, WASTCPU que actua como um ‘loop’ tento como objectivo o consumo de muitos recursos interactivos. Com esta, consegue-se criar um consumo interactivo forte em qualquer altura; o qual provoca a actuação do CFINT ou de qualquer outro sistema de limitação de consumo interactivo. Pode assim perceber-se qual o limite que o sistema tem estabelecido para a nossa máquina. Se não houver nenhum limite para o consumo interactivo, podemos verificar que este trabalho chega aos 90% ou mais de consumo de CPU - o que pode ser verificado com o WRKSYSAC2. Mas se existir um limite para o consumo interactivo - que é o mais frequente - o consumo do trabalho permanecerá em percentagens bastante inferiores, ainda que a máquina esteja praticamente livre. Prova de funcionamento COM o GoFaster ACTIVADO Quando quisermos saber como o GoFaster actua activamo-lo e utilizamos a opção 30 Consumir CPU (INTER), para lançar o trabalho WASTCPU. Podemos verificar que a sua função de ‘loop’ se realiza sem qualquer impedimento e chega a alcançar consumos de 90% com relativa facilidade, ultrapassando os limites estabelecidos. Assim podemos verificar que, ainda que tenhamos um limite para o consumo interactivo, o GoFaster supera-o. Se observarmos a Figura A, encontraremos alguns dados interessantes. Estamos perante um ecrã de AS400 que se obteve com o WRKSYSAC2. Aqui aparecem-nos todos os trabalhos e tarefas ordenados de forma decrescente por consumo de CPU, além de outros dados importantes para a nossa investigação como seja o consumo interactivo, o consumo total e o consumo interactivo correspondente a essa máquina. Neste caso os dados que aparecem são:
Consumo Total:
100,1 % Batch + Interactivo (Variável) Estes dados significam que o consumo geral registado nesse momento na máquina, incluindo todo o tipo de trabalhos, é de 100,1%. O consumo de todos os trabalhos detectados como interactivos é de 93,9%. O limite de trabalhos interactivos nessa máquina é de 30,1%. Assim, podemos ver que, como temos o GoFaster activado o limite interactivo fixo fica inibido e os trabalhos interactivos não têm mais limitação que não seja, única e exclusivamente, a da potência total de consumo de CPU da máquina. Com efeito, na figura A, vemos que um trabalho interactivo, WASTCPU, utiliza 79,6% do consumo interactivo e outro trabalho interactivo, WRKSYSAC2, usa os restantes 14,2%. O resto está a ser utilizado por diferentes trabalhos e tarefas batch que incluem o CFINT, que permanece adormecido.
Figura.- A Prova de funcionamento com GoFaster INACTIVO Se quisermos experimentar o resultado de lançar o programa WASTCPU tendo o GoFaster desactivado, iremos verificar uma diferença abismal no comportamento dos trabalhos que actuam nesse momento. Para realizar esta experiência temos que desactivar o GoFaster e utilizar a opção 30, Consumir CPU INTER; vamos mais uma vez lançar o ‘loop’ provocado pelo programa interactivo WASTCPU e poderemos verificar como este distribui o sistema dos consumos disponíveis na máquina. Em pouco tempo veremos que, na maioria dos casos, ocorre um aumento do consumo interactivo da tarefa do sistema, CFINT01, até alcançar as cotas mais altas de consumo entre todos os trabalhos que estão a ser executados nesse momento e irá, praticamente, impedir as suas possibilidades de execução já que não dispõe de acesso ao CPU. O trabalho WASTCPU que, com o GoFaster activado, se convertia rapidamente no trabalho mais consumidor, passa agora, com o GoFaster desactivado, para um segundo plano quase sem possibilidades de progressão. Se observarmos agora a figura B, veremos dados notavelmente diferentes da experiência registada na figura A quando o GoFaster estava activo. Temos de novo um ecrã de AS400 que obtivemos com o WRKSYSAC2, nele aparecem todos os trabalhos e tarefas ordenados de forma decrescente por consumo de CPU, além de outros dados importantes para a nossa investigação, como seja o consumo interactivo, o consumo total e o consumo interactivo dessa máquina. Neste caso os dados que surgem são: Consumo Total: 99,4 % Batch + Interactivo (Variável) Consumo Interactivo Real: 26,8 % Interactivo (Variável) Consumo Interactivo contratado: 30,1 % Límite Interactivo (Fixo) Estes dados significam que o consumo geral registado nesse momento na máquina é de 99,4%. O conjunto de todos os trabalhos detectados como interactivos é de 26,8%. O limite de trabalhos interactivos é de 30,1%. Assim como o GoFaster não está activo o limite interactivo fixo de 30,1% cumpre as suas funções e faz com que a soma de todos os trabalhos interactivos não possa ultrapassá-lo. Voltando á figura B podemos ainda verificar que a tarefa do sistema CFINT01, utiliza 70,4% do consumo geral e outros trabalhos interactivos como o WRKSYSAC2 e o WASTECPU utilizam respectivamente 7,6% e 14,1%. O resto até aos 99,4% está ocupado pelos trabalhos e tarefas batch de pouco consumo. No caso do CFINT não disparar quando se lança o WASTECPU – com o GoFaster Desactivado – isto deve-se ao facto da limitação dos trabalhos interactivos ser feita pelo segundo sistema citado anteriormente; neste caso, o trabalho CFINT01 surgiria com muito pouco consumo, mas ainda assim o consumo interactivo não ultrapassaria o autorizado pelo fabricante para esse modelo AS400 que no exemplo é de 30,1%.
Figura.- B Opção 30 – Diferenças resultantes Ao lançar o trabalho WASTCPU provocamos um forte aumento do consumo interactivo, ainda que, em muitas instalações, pode ser frequente que esse consumo seja normal e espontâneo, pelo que não seria necessário este trabalho extra para conseguir o mesmo resultado. Com o trabalho WASTCPU em execução podem observar-se por meio do WRKSYSAC2 os dados obtidos COM e SEM o GoFaster activo e facilmente se depreende que COM o GoFaster activo o consumo interactivo não tem outro limite que não seja o da capacidade total da máquina. Assim podemos observar que com o GoFaster activo conseguimos um consumo interactivo de 93,9% enquanto que com o GoFaster desactivado apenas conseguimos 26,8% de consumo interactivo. Fica assim demonstrado que com o GoFaster activo podemos dispor de toda a capacidade da máquina para trabalhos interactivos e não interactivos. Esta opção lança um trabalho batch, WASTEBCH, que actua como um ‘loop’ com a finalidade de consumir muitos recursos de tipo Batch. Com isto, consegue-se criar, em qualquer altura, um forte consumo batch e como se trata de um ‘loop’, consome mais e mais recursos até chegar ao limite total da capacidade de consumo da máquina. Com esta opção 31 pretende-se que o utilizador experimente a diferença de comportamento do sistema perante a execução de um trabalho – neste caso um ‘loop’ – quando se lança como batch ou quando se lança interactivamente; se se lança como batch tomará tantos recursos quanto necessite, mas se se lança interactivamente estará limitado à capacidade interactiva de cada máquina. Com o GoFaster activo o comportamento interactivo é tão livre como o batch. Se observarmos agora a figura C podemos ver um ecrã AS400, obtido com WRKSYSAC2, no qual surgem todos os trabalhos e tarefas ordenados por ordem decrescente de consumo de CPU e ainda dados como o consumo interactivo, o consumo total e o consumo interactivo correspondente a essa máquina. Neste caso os dados que aparecem são: Consumo Total: 101,7 % Batch + Interactivo (Variável) Consumo Interactivo Real: 15,5 % Interactivo (Variável) Consumo Interactivo contratado: 30,1 % Límite Interactivo (Fixo) Estes dados significam que o consumo geral registado nesse momento na máquina – consumo que inclui todo o tipo de trabalhos – é de 101,7%. O consumo de todos os trabalhos interactivos é de 15,5%, o limite dos mesmos nesta máquina é de 30,1%. Voltando à figura C vemos que o trabalho WASTEBCH utiliza 80,4% do consumo geral e outros trabalhos interactivos WRKSYSAC2 (3 TRABALHOS) utilizam 15,4%. O resto até aos 101,7% está a ser usado por diversos trabalhos e tarefas batch de pouco consumo. Como pode ver-se o trabalho WASTBCH é executado sem qualquer limite que não seja o da capacidade da máquina e por ser um trabalho batch não está sujeito a limitações artificiais com ou sem GoFaster.
Figura.- C Opção 32 Finalizar Opção 31 Cancela o trabalho batch lançado na Opção 31 Opção 40 Visualizar dados do Sistema Esta opção dá-nos informações sobre a máquina onde o GoFaster está instalado e também sobre a versão instalada, a chave de utilização e a duração da licença de uso. Opção 41 Ver trabalhos GoFaster Esta opção permite visualizar a execução correcta dos programas que suportam o GoFaster. 3. Gestão WRKSYSAC2 Este item contem as opções para poder trabalhar com o programa WRKSYSAC2. A opção 20 – Ver trabalhos activos, serve para activar o Comando WRKSYSAC2 com o qual aparecerá um ecrã no qual estarão os trabalhos e tarefas activos, incluindo o CFINT, por ordem decrescente de consumo. A opção 21, - Selecção de trabalhos, permite utilizar os parâmetros do comando WRKSYSAC2, com o qual podemos seleccionar os trabalhos que queremos visualizar por diferentes critérios e também obter informação cíclica. Opção 20 Ver trabalhos activos Esta opção mostra-nos um ecrã com os trabalhos activos cujo detalhe podemos ver na figura D
Este ecrã mostra a lista dos trabalhos e tarefas activos ordenados por consumo de CPU e que tiveram alguma utilização desde a última actualização. Estes trabalhos podem ser seleccionados para exercer algumas acções. De seguida descrevem-se os campos que aparecem. Automatic refresh in seconds Indica a frequência – em segundos – com que o ecrã é actualizado quando está em modo automático (ON). Esta acção é a mesma que se executa com o F10 = Restart. Para iniciar e terminar o modo automático utiliza-se o F19 = Auto Refresh. On e OFF indicam o estado da situação. Elapsed time Indica o tempo que passou desde a última actualização. Este pode surgir-nos quando executamos o comando WRKSYSAC2, fazemos F10 ou ainda um AUTOREFRES. Todos eles fazem a actualização de dados. Os intervalos alargados produzem médias significativas. Overall CPU util % Corresponde ao consumo de CPU – em % - de todos os trabalhos do sistema durante o intervalo contemplado. Este é a soma de todos os consumos dos trabalhos que aparecem na lista. Devido aos arredondamentos e aos erros na medida dos tempos este total pode ultrapassar os 100%. Active/Total CPUs Indica o número de processadores activos e o número total de processadores. Os dois factores são fixos. Interact util/limit % Indica o consumo interactivo de CPU e a capacidade interactiva disponível. O primeiro é um factor variável, que é o resultado da soma dos consumos dos trabalhos interactivos. O segundo é um factor fixo, que corresponde á placa interactiva contratada.Options Nesta coluna poder-se-ão exercer acções ao nível de cada trabalho, mas não nas tarefas. As acções válidas são:
2 Change Job - aparecerá uma prompt de CHGJOB Job or task Indica o Nome do trabalho ou tarefa Job Type Indica o tipo de trabalho. Ver a ajuda do WRKACTJOB para obter uma lista completa. Priority Indica a prioridade na execução do trabalho CPU percentage Indica o tempo de CPU consumido por um trabalho ou tarefa durante determinado espaço de tempo. A lista aparece sempre ordenada por ordem decrescente, tal como nos surge na coluna CPU% da figura D CPU total Indica o consumo total de CPU, em segundos, realizado por um trabalho ou tarefa desde o seu início. Job status Indica o estado do trabalho, ver a ajuda de WRKACTJOB para obter uma lista completa. Job function Indica a função do trabalho, ver a ajuda de WRKACTJOB para obter uma lista completa. Quando a função é um programa como “PGM-XXX” aparece no topo da lista, não se limitando ao menu driver. Teclas de função:
F1 – Help Opção 21 – Selecção de trabalhos. Esta opção tem o comando WRKSYSAC2 que dispõe dos parâmetros que surgem na figura E.
Figura.- E Output Especifica como se obtém a informação do comando WRKSYSAC2 * Visualiza-se no ecrã. *PRINT Gera uma listagem. *OUTFILE Gera um ficheiro de saída especificado no parâmetro OUTFILE Type of information (INFTYPE) Specifica o tipo de informação que se obtém. *ALL obtêm-se tanto trabalhos como tarefas *JOB Só se obtêm trabalhos *TASK Só se obtêm tarefa CPU Job percent filter (CPUJOBPCT) Limita a informação aos trabalhos e tarefas que consomem mais do que a cifra estabelecida. Este limite não se aplica aos trabalhos especificados como JOBNAMES/JOBUSERS se se utilizar o parâmetro CPUSJOBPC. CPU total percent filter (CPUTOTPCT) Limita a informação aos trabalhos e tarefas que estejam em execução quando o total de consumo de CPU da máquina ultrapassa um certo nível. Job/Task names (JOBNAMES) Indica os nomes de trabalhos e tarefas sobre os quais queremos informação. Só eles serão listados. Podem especificar-se genéricos. Job Users (JOBUSERS) Indica os nomes dos utilizadores dos trabalhos e tarefas sobre os quais queremos informação. Podem especificar-se genéricos. CPU% filter for selected jobs (CPUSJOBPC) Indica a percentagem de CPU que nos proporcionará informação sobre os trabalhos e tarefas especificados em JOBNAMES e/ou JOBUSERS. Este parâmetro está apenas relacionado com os trabalhos e utilizadores especificados em JOBNAMES e JOBUSERS. Tem os seguintes efeitos: a) Se os JOBNAMES e/ou JOBUSERS estão especificados e o CPUSJOBPC também, os trabalhos que ultrapassem esses parâmetros serão listados. Por outro lado também serão listados o resto dos trabalhos do sistema, ainda que estes possam ser filtrados pelo parâmetro CPUJOBPCT. Isto permite a comparação da percentagem de consumo de CPU entre os trabalhos seleccionados e o resto. b) Se os JOBNAMES e os JOBUSERS estão especificados, mas o CPUSJOBPC não, então só serão listados os JPBNAMES e JOBUSERS e os que ultrapassem o CPUJOBPCT e os restos de filtros. c) Se os JOBNAMES e os JOBUSERS não estão especificados, mas o CPUSJOBPC está, então o parâmetro CPUJOBPCT é ignorado. A segunda parte deste comando é do tipo comparativo. Indica quando é que a percentagem de CPU dos trabalhos seleccionados deve ser menor (LT) ou maior (GT) que o valor representado em CPUSJOBPC. Interval lenght (ITVLEN) Especifica a frequência – em segundos – em que o ecrã é actualizado quando está em modo automático ou a ser passado para ficheiro ou impressora. *NONE Quando o ecrã está aberto este é por defeito o valor quando não está em modo automático. Quando está a produzir informação para ficheiro ou para impressão ignora este valor e actua cada 5 segundos. *Nnnn Especifica o número de segundos entre 1 e 999 para as execuções. Number of intervals (NBRITV) Especifica o número de vezes que os dados serão recolhidos para aparecer no ecrã, ficheiro ou impressão. *NOMAX Indica um número indeterminado de intervalos. Quando a saída é feita por impressão ou ficheiro será necessário parar o procedimento por cancelamento. *Nnnn Especifica o número de vezes que a recolha de dados deve actuar entre 1 e 99.999 Print Blank between results (PRTBLANK) Especifica se deve aparecer uma linha em branco entre grupos de registos. *YES Imprime uma linha em branco entre as listas de trabalho. Facilita a leitura. *NO Não imprime uma linha em branco. Quando se controla apenas um trabalho, via parâmetros JOBNAME ou JOBUSERS, pode ser interessante não deixar uma linha em branco. File to receive output (OUTFILE) Especifica o nome do ficheiro e biblioteca aonde se deve dirigir a saída do comando. Se o ficheiro ainda não existe será criado na biblioteca indicada. Se o ficheiro já existe deverá ter o mesmo formato do ficheiro WRSYSACO que faz parte deste produto. Output member options (OUTMBR) Especifica o nome do membro do ficheiro que recebe a saída do comando. *FIRST O primeiro membro do ficheiro receberá a saída. Se este não existe será criado com o mesmo nome do ficheiro especificado no parâmetro OUTFILE. Name - nome do membro do ficheiro que receberá a saída. Se não existir será criado. *REPLACE A saída substituirá todos os registos anteriores no ficheiro especificado. *ADD A saída é acrescentada aos registos já existentes no ficheiro especificado. Exemplos de configuração do WRKSYSAC2 Algumas das formas de utilização dos filtros que permitem o WRKSYSAC2: 1- Obter uma informação de todos os trabalhos quando o consumo total de CPU do sistema ultrapasse os 80%. A informação actualizar-se-á cada 60segundos até um total de 1440 vezes, ou seja 24 Horas. WRKSYSAC2 OUTPUT(*PRINT) CPUTOTPCT(80) ITVLEN(60) NBRITV(1440) A ordem executar-se-á em batch libertando o ecrã. 2- enviar para um ficheiro todas as tarefas e trabalhos que consomem mais de 50%. A frequência será de 30segundos indefinidamente. WRKSYSAC2 OUTPUT(*OUTFILE) CPUTOTPCT(50) ITVLEN(30) OUTFILE(QGPL/CPUOUTPUT) Tal como o NBRITV tem por defeito o valor *NOMAX, o trabalho deverá cancelar-se explicitamente, mas o ficheiro obtido – CPUOUTPUT – pode ser consultado em qualquer momento. 3-Queremos saber quando um trabalho que é posto a correr à noite consome menos de 50% CPU. Quando isso acontece queremos uma lista dos trabalhos que consomem mais de 5%. Isto pode explicar o facto de alguns trabalhos demorarem mais que o esperado. O nome do trabalho é DAYEND, o do utilizador é QSYSOPR. Controlar-se-á cada 30 segundos durante 8 Horas e o resultado será enviado para um ficheiro de impressão. WRKSYSAC2 OUTPUT(*PRINT) CPUJOBPCT(5.00) JOBNAMES(DAYEND) JOBUSERS(QSYSOPR) CPUJOBPC(50 LT) ITVLEN(30) NBRITV(960) 4-Queremos saber quando é que o consumo de recursos interactivos, no seu conjunto, faz com que se atinja o limite permitido e faz disparar o CFINT. Para isso é necessário fazer com que qualquer das tarefas CFINT não ultrapasse os 10% de CPU. Quando isto acontece também queremos saber que outros trabalhos estão a consumir mais de 1% de CPU. Assim podemos ver que trabalhos são os responsáveis pelo disparo do CFINT. Este controlo é feito cada 10 segundos durante 24 Horas e o resultado será enviado para um ficheiro de impressão. WRKSYSAC2 OUTPUT(*PRINT) CPUJOBPCT(1.00) JOBNAMES(CFINT*) JOBUSERS(QSYSOPR) CPUJOBPC(10 LT) ITVLEN(10) NBRITV(8640) 4. Gestao Help DeskEste item contem as opções para utilizar a aplicação HELP DESK A opção 50 – Ver ecrãs, serve para activar o Comando RVC, o qual nos permitirá visualizar uma réplica dos ecrãs do sistema e ainda conseguir o controlo do seu teclado. A opção 51 – Selecção de trabalhos, serve para aceder aos parâmetros do comando RVC, o que nos permitirá seleccionar ecrãs e trabalhos específicos e também trabalhos batch. A opção 53 – Autorizações, permite indicar quem pode utilizar esta secção, como pode ser utilizada e que trabalhos remotos podem ser acedidos. Tudo isto se faz através do comando RVEDTSEC Opção 50 Ver ecrãs Executa o comando RVC; este mostrar-nos-á todos os ecrãs activos no sistema para que possamos seleccionar um deles e visualizar o seu conteúdo, ou para que possamos trabalhar nele. O resultado observa-se na figura F.
Figura.- F As opções para cada trabalho são:
As teclas de função para este ecrã são:
Execução da opção 2 (CHANGE) Ao escolher a opção CHANGE aparece um ecrã que nos dá instruções de como actuar e quando damos enter faz-se uma cópia do ecrã seleccionado na qual podemos trabalhar com o nosso teclado. Execução da opção 5 (DISPLAY) Este caso a opção display criará um ecrã com instruções e quando se fizer enter será criada uma cópia do ecrã seleccionado, na qual não poderemos intervir directamente através do nosso teclado. Actualiza-se automaticamente sempre que se façam mudanças no ecrã controlado. Execução da opção CMD (Comando Remoto) Ao escrever CMD na opção de um trabalho aparecerá uma janela com a linha de comandos na qual podemos escrever o comando que desejamos que se execute no ecrã ou no trabalho que controlamos. Acesso ao QTEMP e LDA (QTP) O escrever QTP na opção de um trabalho aparecerá uma janela com a linha de comandos que nos dará acesso á directoria QTEMP de outro trabalho a à sua LDA. Tecle o comando que deseja e faça Enter. Esse comando seria executado no seu próprio trabalho, mas irá aceder ao QTEMP e ao LDA de outro trabalho e por isso, no ecrã do trabalho controlado não aparecerá o resultado do comando. Diferenças entre o modo CMD e o modo QTEMP No modo CMD a execução faz-se no trabalho remoto ou no trabalho controlado; no modo QTP a execução faz-se no nosso próprio trabalho. · Quando é que nos interessa o modo QTP? - Quando trabalhamos com a remota QTEMP ou LDA, pois os resultados surgem no nosso ecrã sem actuarem sobre a remota. - Pode-se aceder a trabalhos que estão bloqueados e desligados. - Não interrompe o outro trabalho remoto. · Quando é que nos interessa o CMD? - Pode utilizar-se para alterar a lista de directorias de outro trabalho. - Pode utilizar-se para aceder ao Group Data Area (GDA) de outro trabalho. - Pode utilizar-se para arrancar uma aplicação de um utilizador que não tenha essa opção disponível no seu menu. Opção 51 Selecção de Trabalhos
Serve para aceder aos parâmetros do comando RVC, o que nos
irá permitir fazer a selecção de ecrãs e trabalhos batch. O comando RVC
dispõe dos seguintes parâmetros: Estes parâmetros podem realizar as seguintes alternativas: Remote Device or User ID (DEVUSR)
Figura.- G Select/Sort Device or User (SELSRT) Se se escrever a letra D o comando DEVUSR é um dispositivo ou dispositivos. Se se escrever a letra U o DEVUSR será um utilizador ou utilizadores. Também se utiliza para classificar por utilizador ou por dispositivo. Se se especifica U e o perfil do utilizador indicado em DEVUSR não pode ser encontrado, então procurará um dispositivo com o mesmo nome. U Especifica que o parâmetro anterior, DEVUSR, se refere a utilizadores. D Especifica que o parâmetro anterior; DEVUSR, se refere a dispositivos. Mandato RVEDTSEC Autorizações, Executa o comando RVEDTSEC, que permite configurar as regras de utilização do comando RVC do Help Desk. Para isso dispõe de duas secções, a Header Options e a Detail Options. A primeira afecta o geral e a segunda cada um dos utilizadores em particular. Opções gerais de segurança ( Header Options) Quando se executa o comando RVEDTSEC aparece o ecrã da figura H. Neste estabelecem-se as condições gerais de trabalho do produto para qualquer utilizador.
Figura.- H Opções pessoais de segurança (Detail Options) Através do ecrã Header Options e carregando na tecla F10 aparecerá a figura I. Nela criam-se, modificam-se e controlam-se as regras de actuação para cada possível utilizador.
Figura.- I Quando se quer actuar sobre as condições de um utilizador obtém-se um ecrã como o da figura J, no qual se especificam cada uma das regras disponíveis.
Figura J.- 5. Gestão de Registos Opção 60 . Recuperar registos suprimidos Aaparecem os parâmetros do comando RDR (Retrieve Deleted Records) o qual permite recuperar todos ou alguns dos registos apagados de um ficheiro. Ver figura L.
Figura.- L 6. Vários O item Vários, contém alguns comandos que contribuem para um seguimento melhor das actividades do sistema, seja para a sua correcção ou para a sua ratificação. A , Ir a Menu Chaves, bifurca no ecrã M que veremos á frente. A , Ir a Menu Utilidades, apresentar-nos-á a figura N. A opção 90, Desligar, serve para desligar a sessão. Menu de Chaves Opção 70 Permite introduzir e visualizar todos os códigos que permitem activar o
GoFaster e
Figura.- M Menu Utilidades Opção 80 Este menu é composto por vários comandos que nos permitem ver e em alguns casos modificar a acção de alguns componentes do sistema. Estes distribuem-se por 3 grupos: - Controlo de Trabalhos - Controlo de Discos - Controlo do Sistema Podemos vê-lo na figura N.
Figura.- N Controlo de trabalhos Contém as seguintes opções:
Controlo dos discos Consta das seguintes opções:
Controlo do Sistema O controlo do sistema é composto pelas seguintes opções:
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